Tecnologias Contemorãneas pólo: Barretos por: Vladimir Corrêa Fonseca
“ IMAGENS criadas por artista dão “ cara” a vírus de computador.”
Sempre que falamos ou ouvimos falar em vírus em computadorm ficamos gelados, em pânico, pois nossa vida pode estar comprometida, hoje o computador é o referencial “ máximo” na vida de muitas pessoas, seu poder é incontestável, e cada vez mais descobrimos, como e de que forma podemos utilizá-lo a nosso favor, pois ele , nos proporciona informação, cultura, novas relações tanto profissionais, como pessoais e acima de tudo, prazer. No entretanto, o artista e pesquisador do Massachusetts institute of Tecnology (Mit) Alex Dragulescu conseguiu ver a “ beleza” desses códigos maliciosos, ...” que podem derrubar redes, infectar computadores e bombardear as caixas de e-mail com spam ( mensagem não solicitads)” Muito interessante entrar neste site, e descobrir a maneira como ele “ cria “ imagens que representam por exemplo, asa pragas PWSLINEAGE, Stomy. My Doom, Ircbot e Virutmytob. Segundo o artista e pesquisador: “ A cho que existe uma beleza em sua complexidade.” ; suas criações não param por aí, seu próximo projeto é criar retratos abstratos de pessoas, baseadas nos comentários que eles deixam dos blogs
endereço: http://g1.globo.com/noticias/tecnologia/0,,mul395270-6174,00html.
Resenha livre: as percepções dos assuntos tratados na unidade.
CIBERNÉTICA, CIBORGUES E CIBERESPAÇO: NOTAS SOBRE AS ORIGENS DA CIBERNÉTICA E SUA REINVENÇÃO CULTURAL.
Referência: Joon Ho Kim
A cibernética se deu, a partir do “CYBERNETICS” ... de 1948, seu autor Norbert Wiener influenciou, através de suas pesquisas, vários campos cientificos, incluindo a antropologia, deixando importante resíduos para a cultura; que se propõe a uma reavalização do consenso social sobre os significados das coisas, se utilizando para isso de palavras chave: Cibercultura , Ciberespaço, Cibernética e Ciborgue. A palavra Cibernética, deriva do grego Kubernetes, piloto do barco ou dimoneiro, aquele que corrige constantemente o rumo do navio para compensar as influencias do vento e do movimento das águas. O campo que designa a Cibernética, teve início na II Grande Guerra, com pesquisas com programação de máquinas computadoras e com mecanismos de controle de artilharia antiaérea, e atinge o ser humano, pois segundo ele, através de alguns disturbios neurológicos ( ataxis) há ocilações, tanto nas máquinas, como conosco. A cultura é um todo que pode ser entendida como um sistema cibernético que regula as relações entre as pessoas e seu ambiente; os modelos teoricos de Wiener, se desgastaram , se consolidaram solidas disciplinas “ cibernéticas” como a informática e a robótica, a proposta de Wiener esvaziou-se na prática, sendo assim afirma-se que a Cibernética legou a Cibercultura... “ os seres vivos e as máquinas não só na forma dos códigos que determinam o funcionamento tanto das máquinas( Software) como dos seres vivos ( o código genético) A Cibercultura é uma resposta positiva da cultura na criação de uma nova ordem do real frente aos novos contextos práticos que desafiam as categorias tradicionais de interpretação da realidade. N a sociedade atual, vivemos uma ambiguidade entre a diferença do natural e o artificial, entre mente e corpo, aquilo que se autocritica e aquilo que é externamente criado. Nossa máquinas são perturbadoramente vivas e nós mesmos assustadoramente inertes. Culturalmente conhecemos “ O homem de seis milhões de dólares – 1970” e Frankestein, o honos que a cultura frankensteiniana inspira e o que o ciborgue tenta superar, é o horror cultural, pois o homem constitui uma ameaça à ordem classificatória do cosmos. O desenvolvimento de próteses também está intimamente ligado à superação de limite( coração artificial, marca passos, etc) hoje- os para-atletas velocistas; a cibercultura reforça o culto a performance, talvez o corpo ideal ( estética da performance) máquinas de musculação, modelagem muscular, próteses estéticas lipoaspiração, botox, anabolizantes e complementos alimentar, são apenas meios que a tecnologia disponibiliza para nos tornarmos menos humanos, cada vez mais escravos de uma tecnologia que faça com que as criaturas superem o criador. Será que vamos continuar buscando Deus, a maquina nos escravizando, nos levando a direções opostas à natureza? O homem dominará à máquina ou passará a ser dominado por ela? As tecnologias estão aí e o homem onde fica? Vamos deixar de ser “ homem para nos tornarmos o que?.
domingo, 25 de maio de 2008
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